Hospital Vaz Monteiro: “Infecção Hospitalar. Aqui não!”
01/04/2011Na semana de 21 a 25 de março o Hospital Vaz Monteiro iniciou a Campanha “Infecção hospitalar. Aqui não!”. A campanha, realizada pela CCIH (Comissão de Controle e Prevenção de Infecção Hospitalar) da instituição teve como objetivo aumentar a adesão dos funcionários e médicos às práticas de higienização das mãos de forma constante e na rotina diária, conscientizando esses profissionais da importância de tal hábito.

Membros da comissão: médico Dr. Marcos Saraiva, administradora Ana Márcia Moura, farmacêutica Denise Rocha, enfermeiras Sabrina Andrade e Salua Passos.
A higienização das mãos é reconhecida mundialmente como uma medida primária, mas muito importante no controle de infecções relacionadas a assistência à saúde. Foi o médico húngaro Ignaz Phillip Semmelweis que, em 1846, comprovou a íntima relação da infecção pós parto com os cuidados médicos. Ele notou que os médicos que iam diretamente da sala de autópsia para a de obstetrícia tinham odor desagradável nas mãos. Assim, ele insistiu que os médicos lavassem suas mãos com solução clorada após as autópsias e antes de examinar as pacientes da clínica obstétrica. Com essa medida simples ele diminuiu a taxa de mortalidade por infecção pós parto de 12,2% para 1,2%.

Enfermeiros Geraldo e Sabrina; coordenadora de qualidade Andressa Santana e o superintendente executivo Bruno Rezende aderiram à campanha.
Durante a campanha no Vaz Monteiro, foram realizados treinamentos com vídeo demonstrando a importância e a técnica da correta higienização das mãos, além de confecção de cartazes e camisetas com o slogan da campanha.
Quem visita a instituição encontrará pelos corredores cartazes informativos sobre a maneira correta de higienizar as mãos utilizando álcool gel, água e sabão, além de informações sobre precauções durante a visita ao enfermo. “A CCIH do Hospital Vaz Monteiro existe desde 1984 e ao longo desses anos não tem medido esforços para controlar e prevenir o número de infecções hospitalares com medidas simples. Afinal, o ato simples de higienizar as mãos salva vidas.” afirma a enfermeira coordenadora da CCIH Sabrina Costa Andrade.